Quarta-feira, Agosto 17, 2011

O tesouro da chave de dentro.

Como um gole de vinho
que em sua matéria suspende o rubro
É rememorado na garganta o mesmo
pela pura doçura provada

De um instante em que a prova
testada como quase solitária,
vive um engrandecimento que se
degusta maior que qualquer tamanho

Assim que alavanca o poder de mundo
até numa troca em fechar de olhos
e imaginar tudo...

Sendo sublime,
como a provocação da sinestesia
Que a mente é embriagada
pelo que há de mais voluptuoso

Quando no mesmo,
é do líquido que na boca brinca
a verdade na sede de inebriar-se...!

2 irradiações:

Osiris disse...

No vinho residem as mais doces verdades.
Não é como uma arma que desfere seus tiros, pois desarma e, ainda assim, tem o poder de nos fazer atirar em nós mesmos ou tocar o ceú.
Seja o tempo de uma noite, seja esta noite eterna.
Tudo o quanto a palavra puder traduzir e reproduzir.
Tudo aquilo que é recôndito em nós e anseia por liberdade.
Bebida da ilusão, dos sentidos em profusão.
Dos amores de uma noite, das paixões que se perdem.



É sempre bom vir aqui respirar um pouco de poesia

=)

André Procópio disse...

Há algo no gole de vinho, no gosto desta bebida, pouco sei, que me leva.
rasgando a garganta, mesmo depois de tanto tempo a bebida ainda me rasga por dentro... e me espanto com os cortes dai.

tentando.
Abraços!